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Mariza Bedê dá continuidade aos projetos do marido Prof. Waldyr Bedê e lança 2ª Edição de um dos livros que entraram para a História de Volta Redonda.
Assessoria de Imprensa
 
Professor Waldyr Bedê (in memorian)
 
Professor Waldyr Bedê (in memorian)
Falecido em 7 de novembro de 2006, aos 69 anos de idade, o historiador, sociólogo, professor, sindicalista e escritor, Waldyr Bedê, deixou grandes heranças para a Cidade do Aço, entre elas, parte da História de Volta Redonda, contada no livro de sua autoria “Volta Redonda na Era Vargas”, lançado em 2004. Devido ao grande sucesso da 1ª edição, a obra será lançada em Edição Ampliada pela viúva Mariza Bedê no dia 30 de outubro, às 17h30min, no hall do UGB (Centro Universitário Geraldo Di Biase), Campus Volta Redonda, instituição onde atuou como professor e como diretor.

Escrita de forma diferenciada, com uma nova tendência na historiografia, ressaltando heróis anônimos que muito contribuíram para a cidade em um período de caos total, a obra “Volta Redonda na Era Vargas” nasceu de uma monografia que Waldyr Bedê fez para a pós-graduação em História Social, em 2002. Logo após a sua publicação, o livro se transformou em referência para os estudos históricos sobre Volta Redonda, município que o autor costumava chamar carinhosamente como “Cidade da Curva do Rio”. Assim como a primeira edição, o livro será vendido a R$15.

Waldyr Bedê: um marco na história de Volta Redonda

Paulistano de nascimento, mas volta redondense de coração, Waldyr Bedê nasceu em São José do Rio Preto/SP, em 17 de agosto de 1937. Chegou em Volta Redonda, na época distrito de Barra Mansa, aos sete anos de idade, acompanhando o pai, que veio para trabalhar na construção da CSN. Em 1957 entrou para o Sindicato dos Metalúrgicos, onde se interessou pela vida sindical e chegou a ser coordenador geral. Com o início da Ditadura Militar, foi demitido da CSN e caçado pelo AI-1, ficando preso por três meses em Resende. Ao voltar para a Cidade da Curva do Rio, começou a militar junto a Dom Waldyr Calheiros em cúpulas da Igreja Católica por direitos humanos até ser preso novamente, em 1968. Decidiu então fazer o Curso de Ciências Sociais e começou a atuar no magistério. Foi professor em vários colégios da cidade, inclusive no UGB, onde plantou as sementes de seu trabalho, educando várias gerações e entrando para a história da Cidade do Aço.

Ex-aluna homenageia Waldyr Bedê

Bibi Amarante, ex-aluna de Waldyr Bedê no Colégio Rosário, em Volta Redonda, escreveu o seguinte poema como forma de agradecimento:

MEU TIME AGORA JOGA NO CÉU

“Um fato histórico se dá por acontecimentos e homens” Eu conheci um homem que era o próprio fato histórico. Prof. Waldir Bedê. Meu professor de história lá pelos idos de 1970 no colégio Nª Sra do Rosário, em Volta Redonda. Entrava na sala que nem um furacão. Aula prazerosa. Respirávamos história e ele trasbordava conhecimento. Aprendíamos uma era em 50 minutos... Com afeto de pai e olhar de mestre transmitia muito além do que o currículo escolar exigia. Tinha sido preso político. Amávamos este professor (o colégio inteiro...) e tudo que fazia! E mesmo depois de adultas, torcíamos por ele, tipo como se torce para um fluminense ou flamengo da vida. Por tudo que ele conseguia, prêmios que ganhava, livros que lançava. E nos sentíamos assim como quando o nosso time ganha. CAMPEÃS!! Sorte minha ter sido por vários anos sua aluna Muita sorte.

Professor Waldyr Bedê. Um homem. Um educador, Agora, um fato histórico que marcou outro gol lá do céu...

 
 
 
     
   
 
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